Ninguém poderá explicar, um dia, tudo aquilo que pude ser capaz de viver nem em minhas primeiras vinte e quatro horas de liberdade. Sabe quando você tem certeza de que viveu os melhores momentos que você poderia viver tudo de uma só vez? Então... Não sei como definir a sensação que passou por mim desde o primeiro contato; um contato tímido até, cheio de dúvidas, mas S-E-N-S-A-C-I-O-N-A-L. Como dizer que não havia o que conversar se de tudo comentamos? Que emoção foi aquela, aqueles olhares, aquela sensação de que já os conhecia há tempos... O que era aquilo? Amigos verdadeiros são assim. Eles não demonstraram se importar se eu fosse a algum lugar com eles, não se importavam em não se importar; mas seria de suma importância que eu fosse. Não sei o porquê estavam lá, não sei se apareceram do nada ou outra coisa, mas chegaram para serem minhas pedras, meus amores, meus amigos. Amo-os como se tivéssemos crescido juntos, como se em uma semana conhecêssemos tudo uns dos outros, como se até mesmo eu tivesse o poder em mãos de dizer por qual motivo Deus os colocou em minha vida, qual motivo bom.
Não quero precisar chorar de saudade só para ter certeza do quanto que JÁ os amo, nem mesmo esperar meses a fio só pra saber se poderei vê-los ou não, afinal... Quando os verei? Ninguém sabe, ninguém arrisca e ninguém entende o porquê que não HOJE! Será difícil de entender que quem mora num coração precisa estar sempre por perto? Amigos verdadeiros não são assim. Até se importam em sempre se importar que eu vá ou não, mas será de suma importância nunca me deixar sozinha. Não estou mais sozinha e onde quer que estejam, festejando ou não, meu coração aqui bate na esperança de encontrá-los em breve com os mesmos sorrisos, pandeiros, cavacos, tambores e almas.

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