segunda-feira, 11 de abril de 2011

Si fallor, sum


Deixo-te ir, sofrimentos serão superados! Acho que tu pensas que sou desesperada, que me mato por te querer e que tu podes ser capaz de fazer alguma diferença na minha vida. E se eu te contar que estás redondamente enganado? Pensas que a ingenuidade que resta em mim é ampla, e sinto decepcionar-te! Não me subestime se sabes que sou muito pior do que tu; podes achar estar seguro, mas posso estar te vigiando, cuidado. Lembro-me de que tentavas demonstrar superioridade inexistente, que me dava nojo, a fim de me encantar; tolice. Os momentos em que pensavas me dominar eram falsos, assim como todas as palavras que me dissestes quando me apaixonei por ti, eu apenas me deixei levar. Corroboro que fomos impecáveis debaixo dos lençóis (mesmo que não precisássemos deles), mas, depois de tudo o que me fizestes, sabes quantos orgasmos tive de fingir para o teu dia de glória declarada ser completo? Desista nas contas! Eu não quero alguém que precise de coroa para sentir-se rei, quero um rei que me dê valor e faça-me juras de amor até eu sentir-me rainha. Desça do topo que achas que estás antes de caíres e não poder mais levantar-te. Não me ignora por ser justa e desacreditada contigo, só não sei se este pedido é para o teu bem. Desejo-te como desejei desde o princípio, quem sabe até mais, mas não me tornarei submissa aos teus desejos de me fazer sofrer; não posso mais aceitar! E não sei se já nem te quero, só sei que não te quero deste jeito.

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