sábado, 2 de abril de 2011

(Des)Igual

Eu não sou um animal; mesmo se fosse, sentimentos ainda teria! Ando sendo humilhada pelas pessoas que eu tanto amo e ando detestando cada segundo que passo ao lado dos que, por obrigação, deveriam me amar também. Sinto tanta raiva que chego a tremer! Já não encontro respeito em minha própria casa, mas presencio a dor como se fosse um presente glorioso dado pelos céus. O choro repentino é como se estivesse virado o melhor dos meus sorrisos, e meus soluços as melhores gargalhadas. Dói ver que as pessoas que vivem ao meu lado tentam, por força, não serem falsas; mas dá uma certa alegria saber que eu, o melhor dos exemplos, não me tornei igual à elas.



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